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REVISTA AGREGADOS
Edição nº 16


Outras Edições

Dia 13

(Camilo) – Presença no Seminário da Micro e Pequena Indústria, promovido pela FIESP, cujo tema “Prosperando na Crise” trouxe aos presentes algumas sugestões de como inovar mesmo em épocas mais complexas. Vários palestrantes passaram pelo evento e dentre os diversos pontos abordados, destacamos: Crise vem do grego “KRISIS”, que significa decisão / julgamento, ou seja, crises servem para avaliarmos nossas condutas e procedimentos e mudar no que percebermos ser necessário. Destacam que as transformações mudam as regras do jogo e nos levam a novas oportunidades; que sem compartilhar conhecimento não se chega a lugar algum; para que uma marca seja sólida e verdadeira esta ação tem que vir de dentro da empresa para fora; que no ambiente interno uma marca tem que ter clareza, comprometimento, proteção e capacidade de resposta e que externamente deve apresentar consistência, relevância, autenticidade, entendimento e estar presente frequentemente. Recomendou-se um passeio pela home http://www.interbrandsp.com.br/, visando novos conhecimentos. Lembrou-se a importância sobre se auditar o próprio negócio com frequência e não somente em tempos difíceis. Perguntaram ao público qual a última vez que os presentes haviam auditado seus negócios e “pequeníssima minoria” levantou a mão. Entendem que cada vez mais está complicado se determinar preços no mercado, só que a inovação no caso, é o saber vender produto / preço. Este preço deve levar em consideração questões como concorrência, custos e clientes (o que ele realmente espera receber por aquilo que está pagando). “Cortar preços não deve ser a primeira proposta numa crise”. Afirmam que uma empresa pode quebrar por custos altos e nunca por preços altos. A grande sacada hoje é uma logística bem estruturada e afinada com as necessidades do mercado / cliente. As empresas devem partir do preço e analisar dois pontos. Dali para dentro da empresa e dele (preço) para fora da empresa = satisfação do cliente. Entendem que pequenas empresas são mais fáceis / rápidas de se adaptarem as crises. Lembraram da importância das empresas se valerem de todo tipo de mídia para fixar sua marca e divulgar seus produtos. Segmentar mercados também é tarefa de suma importância.

Dia 14

(Camilo) – Presença no Seminário FAP / SAT, promovido pela FIESP, objetivando esclarecimentos acerca da Portaria Interministerial nº 432, de 29 de setembro de 2015 DOU de 30.09.2015), que divulgou os róis dos percentis de frequência, gravidade e custo por Subclasse da CNAE utilizados no processamento do Fator Acidentário de Prevenção – FAP com vigência no ano 2016. E-mail sobre a matéria, bem como apresentação e informações foi encaminhado às empresas (diretoria e recursos humanos) em 16.10.p.p.

Dia 15

(Camilo) – Participação na reunião do CSER / FIESP, para atualização das informações sobre questões sindicais, legais e outras. Dentre estes destacamos a parceria entre o DMA (Departamento de Meio Ambiente da FIESP e a CETESB, visando Posto de Atendimento a ser instalado nas dependências do edifício FIESP, objetivando agilização quanto a esclarecimentos e auxílios nas questões que envolvem aquele órgão. Maiores detalhes sobre esta questão serão informados quando do seu andamento. Parcerias de serviços foram firmadas com o CSER e, em breve, estaremos encaminhando as empresas que ofertam alguns serviços mais em conta para empresas filiadas a seus sindicatos representativos e ligados a FIESP.

(Osni) – Participação na reunião da revisão da norma ABNT 9653 “Comissão de Estudos de Desmonte de Rocha com Uso de Explosivos”, na sede do CREA-MG em Belo Horizonte (MG). Nesta reunião foi apresentado pelo eng. João Carlos R. M. da Silva, resumo das normas australiana, alemã e britânica sobre uso de explosivos em áreas urbanas. Foi debatido também a atual norma oficial no Brasil, a NRM 16.4 – Norma Reguladora de Mineração e também a D7.013 da CETESB. Foi debatido o escopo da norma com a polemica de incluir ou não “conforto ambiental”. O SINDIPEDRAS votou em manter somente o conforto ambiental como recomendação; porém, a comissão decidiu que deverá conter além das recomendações a quantificação de valores. Foram formadas comissões para apresentar na próxima reunião propostas para: Critérios de avaliação e limites recomendáveis de segurança; Conforto Ambiental; Procedimentos de avaliação. Obs.: A revisão desta norma foi solicitada pelo MP do Rio de Janeiro.

Assuntos em andamento

1. Monitoramento junto ao Governo para publicação do Decreto que reduz a base de cálculo do ICMS da areia. Novos documentos foram encaminhados à Secretaria da Fazenda do Estado. (Beto)
2. Participação em reuniões e contribuições para elaboração da norma de lastro de ferrovia, junto a ABNT. (Osni)
3. Acompanhamento com outras entidades na busca de alternativas para flexibilização do limite de peso. (Camilo)
4. Câmara Ambiental de Mineração – GT-03 que trata de escavação mecânica e desmonte hidráulico. (Osni)
5. Participação na elaboração de portaria proibindo o uso de estopim espoletado no Estado de São Paulo junto a subsecretaria da mineração. (Osni)
6. Solicitação e acompanhamento junto a Secretaria da Fazenda do Estado de Regime Especial quanto à emissão do Conhecimento de Transporte Eletrônico. Resposta recebida da Secretaria e sendo analisada. (Camilo).
7. Acompanhamento junto a Prefeitura de São Paulo sobre licitações e resultados. Exiguidade ou não quanto ao ofertado pelo vencedor do certame. Correspondência enviada pela Prefeitura informa sobre procedimentos para levantamento das informações junto a SPUA e as subprefeituras. (Camilo)
8. Análise e levantamentos para consulta junto ao CARF sobre utilização de créditos de ICMS, PIS e COFINS. (Camilo)
9. Participação na revisão do anexo 1 da NR 22, junto ao grupo de trabalho da CNI. (Osni).
10. Acompanhamento junto ao SESI para elaboração de material sobre Leis Anticorrupção / Compliance. Segundo informado pelo SESI a Cartilha está na fase de impressão e em breve disponibilizarão. (Camilo)
11. Revisão da norma sobre “Reação Álcali-Agregados”, junto a ABCP (Osni).
12. Acompanhamento junto ao DETRAN / SP sobre a possibilidade de não obrigatoriedade de licenciamento anual para caminhões off-road. Ofício recebido em resposta do diretor presidente do DETRAN instrui sobre ações que devem ser tomadas visando o encaminhamento legal para alteração da norma legal. (Camilo)
13. Pleito junto ao INMETRO / RJ solicitando a padronização de saída de agregados (areia e pedra britada) do produtor / embarcador na unidade de medida peso. INMETRO / RJ encaminhou resposta acusando recebimento de nossa solicitação, informando sobre as etapas e análises que transcorrerão doravante. Em e-mail recebido dia 17/07, fomos informados do calendário: Pesquisa: dez 2015 a jan/2016; Análise de resultados: fev/2016 e Finalização: mar/2016. (Camilo)
14. Encaminhamento de ofício da APEPAC ao DNPM São Paulo, citando os vários processos que aguardam solução / andamento por parte daquele órgão. Foram informados processos do SINDAREIA e do SINDIPEDRAS. Novo e-mail encaminhando em 21/07, solicitando informações sobre o andamento da questão. (Beto, Sandra e Camilo)
15. Encaminhamento de ofício da APEPAC a CETESB São Paulo solicitando maior celeridade e observância ao Decreto Estadual 47.400/2002, sobre a liberação das L.O.´s – Licenças de Operação. (Beto, Sandra e Camilo)